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A NOVA MEDICINA GERMÂNICA EM CONJUNTO COM A MICROFISIOTERAPIA

A Nova Medicina Germânica em Conjunto com a Microfisioterapia

 

Você já ouviu falar na Nova Medicina Germânica? Ela foi criada no ínicio dos anos 80 pelo Dr. Ryke Geer Hamer, um médico alemão que após analisar tomografias do tronco cerebral, descobriu que cada doença, não somente o câncer é controlada por uma área específica do cérebro. Ou seja, a doença é, na verdade, um programa biológico da natureza, que age no psiquismo, no cérebro e no órgão ao mesmo tempo.

 

Segundo Dr.Hamer toda doença ou patologia se inicia após um choque conflitante, ou seja, um trauma geralmente emocional e inesperado. Após esse choque o nosso corpo começa a caminhar em busca de uma solução para o conflito, o que pode, nesse período, gerar desconfortos, ansiedades, insônia, e stress, pois o órgão afetado se mantém em estresse permanente até que a solução seja encontrada. Esta fase é chamada de Fase Ativa de um conflito.

 

Com o conflito solucionado, entramos na fase de cura do organismo, onde o paciente pode apresentar um pouco de febre, suores noturnos, e dores. Esta fase completada o organismo consegue recuperar o equilíbrio e funcionar corretamente. O problema é que diariamente passamos por conflitos e muitos deles deixamos de resolver, ou apenas mascaramos com tratamentos paliativos.

 

Para entender como o nosso corpo reage a cada conflito  Dr. Hamer separou os tecidos embrionários conforme sua derivação. Os órgãos de derivação endodérmica  que são o sistema digestivo, pulmão, rins, sistema reprodutor reagem a conflitos relacionados à sobrevivência como, figurativamente, dificuldades em “engolir”, “digerir”, “morrer de fome”, “colocar algo para fora”, “medo de morrer”. Muito ligado aos nossos medos e perdas, esses conflitos são comuns em situações onde não conseguimos aceitar alguns fatos, mas também não conseguimos expressar esses sentimentos. É como se encontrar numa grande bolha, mas o medo de que ao alfinetar a bolha, que trazendo para o mundo real seria a “uma situação X” a distância até a aterrissagem seja fatal!

 

O mesoderma dá origem aos tecidos de sustentação (músculos, ossos, ligamentos, tendões) e são relacionados aos “conflitos de auto-desvalorização”, ou seja, o sentimento de impotência relacionado ao local afetado. Sabem aquela sensação de “Não sou capaz”, “Não posso fazer isso, não sou boa o suficiente…” pois é, eles estão ligados a esses tecidos que nos fazem mover e seguir em frente.

 

E por fim, os tecidos de origem ectodérmica (tecido de relação). Esses tecidos comandados pelo cérebro novo permitem nossas relações com outras pessoas e que possamos reagir aos “conflitos territoriais” e aos “conflitos de separação”.

 

Dra Lorena Haluch

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