Microfisioterapia: Mitos e verdades

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Microfisioterapia: Mitos e verdades

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O principal objetivo da microfisioterapia é identificar a raiz de uma doença ou problema através de toques manuais suaves em pontos específicos do corpo humano e promover a autocura desses distúrbios.

A microfisioterapia surgiu na França em 1983 através dos trabalhos e estudos de Daniel Grosjean e Patrice Benini, que se embasaram na embriologia para desenvolverem as técnicas, por isso, a microfisioterapia aparece como uma metodologia inovadora para tratamentos de diversas doenças físicas e emocionais.

Além da embriologia, a microfisioterapia também se baseia em estudos científicos e teóricos de ontogenia, filogenética e anatomia, e por meio desses estudos foram criados os mapas corporais, onde se é possível identificar os agentes agressores que causam as doenças e os desconfortos, dos quais o organismo não conseguiu se recuperar sozinho, e acabou armazenando essa agressão na memória do tecido.

Essas memórias podem ser geradas por perdas, traumas, frustrações, memórias hereditárias e agressões externas, inclusive durante a gestação, logo, você pode ter problemas hoje que decorrem de traumas que você sofreu enquanto ainda estava sendo gerado.

Por ser um tratamento relativamente novo, é normal que haja dúvidas e questionamentos a respeito da microfisioterapia, por isso, abaixo vamos esclarecer alguns mitos e verdades a cerca do assunto:

  1. Microfisioterapia trabalha com regressão.

Mito: embora a técnica possa identificar aproximadamente em que momento ocorreu o trauma, não é feita nenhuma espécie de regressão. O paciente está consciente durante todo o tratamento.

  • Qualquer problema pode ser tratado pela microfisioterapia.

Verdade: Não existe nenhum tipo de contraindicação. A microfisioterapia é capaz de ajudar e atenuar as mais diversas doenças e problemas físicos ou emocionais, como ansiedade, depressão, dores, distúrbios do sono, distúrbios emocionais, problemas gástricos, alergias, fobias, contusões, perdas, separações, etc.

Lembrando que cada caso é um caso e o paciente jamais deve abandonar ou interromper o tratamento médico convencional indicado.

  • Microfisioterapia é espiritismo.

Mito: a Microfisioterapia não está associada e nenhum tipo de religião ou filosofia de vida. É uma técnica com embasamento científico, com pesquisas e estudos sérios a cerca de suas aplicações e resultados, precisando ser um fisioterapeuta formado, licenciado e especializado para poder fazer uso das técnicas em pacientes.

  • Crianças podem fazer microfisioterapia.

Verdade: A técnica pode ajudar pessoas de qualquer idade, inclusive bebês podem se beneficiar desse tipo de tratamento. Crianças com TDAH que fazem microfisioterapia possuem uma melhora significativa em quadros de ansiedade, agressividade, falta de concentração, qualidade do sono e hiperatividade.

  • Basta uma sessão para estar curado.

Mito: Como qualquer outro tratamento é preciso haver consistência, por isso, são necessárias de duas a cinco sessões, com intervalos de trina a cinquenta dias entre uma sessão e outra para que o organismo do paciente promova a autocura e autocorreção das memórias que geram os problemas. Em casos específicos, o fisioterapeuta pode sugerir um intervalo menor entre as sessões, mas isso é analisado individualmente pelo profissional. Após a conclusão dessas sessões é sugerido ao paciente que se faça a manutenção do tratamento, que consiste em sessões semestrais ou anuais.

  • O pós das sessões é difícil.

Mito: Após cada sessãoo paciente pode sentir um leve cansaço por um ou dois dias, por isso, é recomendado que não se faça exercícios físicos, evite o consumo de álcool, dirigir por um período longo ou qualquer outra atividade que exija muito do físico do paciente. Para aliviar esse sintoma é recomendado que o paciente consuma bastante água e repouse se possível.

Em alguns casos o paciente pode sentir enjoos, náuseas e alterações de humor, mas esses sintomas são observados raramente.

A microfisioterapia também não é um tratamento psicológico e não faz uso de nenhuma ferramenta de psicologia. A técnica consiste em tratar a raiz do problema através da identificação de memórias que ficaram no organismo, que por sua vez, geram problemas físicos e emocionais que devem ser tratados e acompanhados concomitantemente com os tratamentos alopáticos e psicológicos se for o caso.

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