A síndrome do pânico pode ser apenas um sintoma

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A síndrome do pânico pode ser apenas um sintoma

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A síndrome do pânico é um distúrbio sem causas desencadeantes aparentes, mas caracterizada por crises repentinas de ansiedade que se manifestam em reações físicas que podem dar ao paciente a sensação de que irá morrer, como taquicardia, sudorese excessiva, falta de ar, náuseas, tremores, sensação de bloqueio, dores no peito e tonturas. Essas reações físicas acontecem quando o organismo entra em estado de alerta e reage a uma ameaça, a grande questão é que em quadros de síndrome do pânico, essa possível ameaça não existe na maioria das vezes.

O cérebro humano produz substâncias que são responsáveis pela comunicação que existe entre os neurônios, quando há um desequilíbrio na produção dessas substâncias, como a serotonina e a noradrenalina, as informações transmitidas entre os neurotransmissores são passadas de forma incorreta.

Normalmente, os quadros de síndrome do pânico ocorrem ou surgem depois de algum trauma profundo como a perda de um ente querido, ou assaltos, mas também pode ser desencadeado por estresse, estafa mental, nervosismo, confusão emocional e rompimento de relações importantes.

É comum depois de uma crise de síndrome do pânico o paciente desenvolver medos irracionais e sem o menor sentido, por exemplo, uma pessoa que sempre dirigiu passa a ter medo de dirigir, ou medo de situações corriqueiras, como ir a um restaurante, se relacionar, pegar ônibus, andar de elevador ou ir ao mercado, e consequentemente passa a evitar essas situações que lhe causam pânico.

Em casos mais graves, esses medos irracionais ganham proporções gigantescas na vida do paciente, tornando-o incapaz de sair de casa ou fazer tarefas simples, por isso, identificar e tratar quanto antes a síndrome do pânico é fundamental.

Estudos estimam que 5% da população mundial tenha síndrome do pânico, juntamente com a depressão, vem sendo considerada a doença do século, lembrando que a síndrome do pânico agrava ou desencadeia quadros de depressão. É comum o paciente iniciar com síndrome do pânico e ao se sentir incapaz de fazer coisas simples ou estar com medos irracionais desenvolva a depressão, e vice-versa, pacientes com depressão tendem a ter mais facilidade para desenvolverem a síndrome do pânico.

Como já discutimos anteriormente em outros textos, o foco da microfisioterapia é identificar o trauma e o momento em que ele ocorreu e lesionou o tecido do paciente, para então, promover através da micropalpação a regeneração e reprogramação celular desse tecido, liberando o paciente do trauma e ajudando a aliviar os sintomas e auxiliando na cura.

Os traumas sofridos ficam guardados em nosso organismo através da memória celular, e entende-se por trauma tudo aquilo que cria ou gera uma cicatriz nos tecidos:

  • Crenças limitantes,
  • Princípios que nos foram passados na infância.
  • Intoxicação por agentes externos.
  • Traumas emocionais.
  • Perdas.
  • Rompimentos de relacionamentos.

Esses são apenas alguns dos fatores que geram as cicatrizes, alguns podem ser ocasionados enquanto o paciente ainda está no ventre materno, mas o princípio é o mesmo, sempre que o paciente tentar ir contra as informações celulares de seu corpo, e isso inclui as cicatrizes, o organismo vai reagir, e como forma de defesa vai desencadear uma nova crise de pânico.

Portanto, o objetivo da microfisioterapia é limpar essas memórias celulares e promover a autocura do organismo. Quando a memória é limpa e o tecido se regenera, o paciente fica liberado dessa cicatriz e consequentemente dos sintomas que ela causa.

Por isso, do ponto de vista da microfisioterapia, a síndrome do pânico, assim como outras doenças, é tratada como sintoma e não como causa principal.

Reforçando sempre que o paciente não deve jamais interromper o uso de medicação ou outros tratamentos convencionais ou alopáticos que venha fazendo. A microfisioterapia não tem contraindicação e pode ser feita concomitantemente a outros tratamentos.

Se liberte de seus traumas e tenha qualidade de vida.

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